sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Os meus 18 anos
Não quero crescer mais...Tenho a ideia de que quanto mais crescemos mais sofremos e mais nos habituamos a sofrer. Tornamo a nossa vida mais comodista ao ponto de nos esquecermos de viver e de fazermos por ser felizes. Tenho apenas dezoito anos e não queria ir muito mais além, não quero ser adulta, queria ser para sempre jovem e não me tornar comodista como muitos adultos que me rodeiam. Esse comodismo tráz sosofrimento ao qual cada adulto se acomoda e já não se importa de sofrer, já faz parte da rotina. E assim se esquece de viver. E esquece que há pessoas que ainda vivem à sua volta, que o seu comodismo ao sofrimento incomoda e altera a forma de viver,de lidar com o dia a dia e com as próprias pessoas que se acomodam a uma vida sem ser vivida. Como é que é possivel uma vida sem se viver? Incomoda quem quer viver... Mas estas vidas existem naqueles que se tornam comodistas do dia a dia, do sofrimento ao qual se habituam e não fazem por mudar isso, nem querem, porque enquanto não lutarem contra isso, não se cansam de uma vida vividae descansam sob uma vida sem se viver. É por isso que não quero ir mais além dos meus dezoito anos... Mas como assim tem de ser, quero continuar com vontade de me cansar com uma vida vivida e descansar do comodismo...
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Perdida em Trás os Montes
Por entre monte e vales
Caminho sem pensar
Caminho sem ver
Caminho sem cheirar
Perdida num vazio
Perdida de ti
Perdida sem ter
Um aconchego melhor
Em trás-os-montes
Em Mirandela
A cidade mais bela
A cidade que agora
Me aninha todo o tempo
Mas nada substitui
Os verdes prados
O barrete de campino
A calma da minha vila
A mais bela do Ribatejo
Onde o amor paira no ar
Sempre que vou parar
Aos braços de alguém
Que espera por mim
Enquanto aqui estou
Perdida em Trás-os-montes...
Caminho sem pensar
Caminho sem ver
Caminho sem cheirar
Perdida num vazio
Perdida de ti
Perdida sem ter
Um aconchego melhor
Em trás-os-montes
Em Mirandela
A cidade mais bela
A cidade que agora
Me aninha todo o tempo
Mas nada substitui
Os verdes prados
O barrete de campino
A calma da minha vila
A mais bela do Ribatejo
Onde o amor paira no ar
Sempre que vou parar
Aos braços de alguém
Que espera por mim
Enquanto aqui estou
Perdida em Trás-os-montes...
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